Quando jovenzinha, por anos fui obrigada a escutar trash metal. Sabia tudo sobre os virtuoses, suas Flying Vs, efeitos de pedaleiras e quiçá, sobre os tratamentos de hidratação que eles faziam naquelas cabeleiras loucas. Mas tudo o que eu queria era a paz que o Bob Marley tinha deixado como legado. Esse conflito durou tempo suficiente para que eu me fechasse para o Rock.
Até que veio o Is This It e mudou minha vida. Sim, o rock precisou ser refeito para eu começar a querer entendê-lo.
Desde o seu nascimento, intui que o The Strokes fazia um som à frente do próprio tempo mas com uma pegada sessentista. Um olho no gato e outro no peixe. Tanto que estão postergando o lançamento do quarto álbum só para 2010 porque eles mesmos entendem que é 'moderno demais para 2009'. Ha! E acho que a cada álbum da história da banda isso se comprova. Não apenas como conjunto mas também nos projetos solo dos integrantes:
Ninguém nega que o Little Joy (do Fabrizio Moretti) é uma sacação superesperta. Ou que o Albert Hammond Jr. é um rockstar e faz o que sabe. Ou que o Nikolai - aka Nickel Eye - busca as melhores referências e veste roupa nova. Aliás, o que é o climão de Bonnie And Clyde dele com a Emilie Simon?
Pois quanto ao vocalista, Julian Casablancas, não é diferente. E não à toa é ele o líder da banda. Phrazes For The Young é o nome da obra, que ele vem produzindo há mais de um ano. Em ocasião do lançamento, fizeram um site pra ele e o álbum vai vir à luz já em edição de luxo com vinil, DVD de making of, livro autorgrafado, artes exclusivas, pôster e mais uma porção de mimos.
Olha o video promocional e vê se não é o climão 'futurista-retrô' de que falo..
Arrepiou? Pois toma o link pra baixar o disco, que vazou ontem. E corre e escuta logo a 11th Dimension. É uma viagem no tempo e no espaço!
A Tecla também distribui mimos pra ninguém passar vontade.
Enquanto isso, em Nova York, a Gucci inaugura a primeira 'GUCCI ICON - TEMPORARY'. É uma loja no estilo 'pop up store' que vai viajar o mundo, vendendo apenas sapatos.
Só este fato talvez já valesse a notícia. Mas adicione um superuber aplicativo de Iphone.
É isso. A Gucci lançou um aplicativo que está com tudo. Tem notícias sobre a marca, localizador de lojas, videos-vinhetas promocionais e sim, algumas playlists. As seleções são uma aplicação perfeita e atualíssima do music branding que a gente tanto defende: É a marca permeando a vida dos seus consumidores e se comunicando da maneira mais efetiva em cada um dos canais.
Lá tem três playlists: Uma institucional com David Holmes, Beck, BatForLashes, DepecheMode e afins; uma da Frida Giannini, que uma das diretoras criativas da marca e outra dele, o grande Mark Ronson.
Pois além da Playlist, Mark Ronson desenhou também um modelo de sapato exclusivo para acompanhar a itinerância da tal Icon Temporary e ainda programou um joguinho, o Gucci Beats, em que você monta o a própria faixa, usando sons de sintetizador, baixo, bateria, vocal e outros elementos. Super pra frentex.
Esse namoro eterno, uma inspirando a outra, é lindo de se ver.
No início do mês aconteceu a semana de moda de Paris. De todos os desfiles, o de Viktor & Rolf foi o que mais se destacou pra gente.
A dupla já é das mais criativas, 'artsy', lúdicas e caprichadas do que se tem no olimpo da moda. E eis que para embalar a apresentação da coleção, eles chamaram uma das minhas preferidas da vida: Róisín Murphy. Uma das combinações mais perfeitas que já vi. Ela mesma é praticamente uma intervenção artística: além de linda, sempre se vestiu de forma super design e conceitual. E o som que ela faz, tanto sólo quanto com o Moloko, são mais experimentais e enigmáticos. Meio hipnotizantes, até.
Bem, no desfile ela cantou duas do disco novo que está pra sair. os videos, aqui, ó:
Royality
Demon Lover
E amanhã é dia de Oi Fashion Rocks! Vai dar para acompanhar tudo pelo site, viu?
estamos numa época em que novos formatos e novas opiniões sobre o uso de música na web aparecem aos borbotões a cada dia. o mundo do music business gira muito rápido.
e para a gente, esta semana o 'quem sobe' vai pro streaming. então resolvemos fazer um pequeno apanhado do que tem por aí:
. Myspace . definitivamente, é um marco. sabia que antes de completar uma semana, mais de um milhão de faixas já haviam sido escutadas?
. LastFM . a qualidade do conteúdo oferecido é imbatível e ainda sincroniza com seu ITunes. pura cultura.
. Pandora . foi das que começaram a onda de programação por demanda, há muito tempo. mas teve que retroceder e hoje só está disponível nos EUA.
. GrooveShark . hoje uma das que tem a navegação mais simples e o repertório é bem vasto.
. Spotify . é o que mais tem dado o que falar ultimamente. foi criado em 2006 na Suécia mas ainda só está disponível em alguns países da Europa. o modelo de negócio e o trabalho de associação com marcas tem sido um sucesso. aguardamos ansiosos pela chegada do spotify por aqui.
. Musicovery . uma belezura. as linhas de associação entre as faixas são representadas graficamente e com muito bom gosto. é o mais lúdico de todos e o que mais se integra com outras mídias. até foi ranqueado entre os 50 melhores sites de 2009 pela TIME.
e essa é para quem prefere o desconhecido e novidadeiro: . PerfectFutureRadio . é um presente do futuro perfeito. eles têm canais com programação definida por estilo, por festival, por cidades mais relevante e por listas de destaque. detalhe: é tudo referente à cena indie e com curadoria praticamente irretocável. mais atual impossível. merece boas horas do seu tempo, pra navegar sem medo de ser feliz.
uma boa é que recentemente eles postaram no blog que estão querendo fazer um canal para a America do Sul. e a participação brasileira está sendo em peso.
Yohji Yamamoto ontem foi anunciado o pedido de concordata do Yohji Yamamoto. caso você não conheça, ele é um dos maiores estilistas do Japão. mas como tudo lá gira num tempo diferente, no mesmo dia um grupo de investimento já disse que vai financiar a reestruturação da marca. então parece que não devemos nos preocupar.
esse post é só porque lembramos do 'Identidade de Nós Mesmos'. é um filme de 1989, encomendado pelo Guggenhaim para o Wim Wenders. nele, o diretor acompanha o Yohji Yamamoto no seu processo criativo, na relação dele com Toquio e mexe em várias questões que levam à reflexão. por exemplo considerar a ideia de identidade em um mundo em que 'cada original é uma cópia'.
aqui a introdução do filme. os créditos duram menos de um minuto. vale à pena.
Tem tempo que quero falar deste site aqui e eis que fez-se hoje uma boa oportunidade: fim de semana prolongado, friozinho gostoso e essa chuva que não dá trégua.
a história é a seguinte: Sara e Derek são roteiristas em Los Angeles e formam um casal superfofo. ela é entendidíssima de vinhos e ele, de música. Derek até toca como DJ num hotel todo bacana chamado Palihouse. vale o clique. mais ainda se você planeja um rolê pela 'cidade proibida'. não a da China, isso é outra história..
daí que os dois juntaram seus talentos e paixões e criaram o VINE-YL. um site em que toda quinta-feira eles indicam a harmonização de uma boa música com um bom vinho. percebe que o nome do site é uma brincadeirinha com vinho e vinil, né? bem, a julgar pelas dicas dele, que vão de Gabor Szabo a Danger Mouse - passando por Stranglers, Tortoise, e Bon Iver - as combinações parecem mesmo enebriantes.
acho que esse feriadinho pede uma conferida.. aproveite!
está correndo o maior zunzunzum sobre o Mayer Hawthorne. e não é por menos. o primeiro disco dele, 'A Strange Arrangement', foi lançado mês passado. antes disso, já tinha saído o EP, vermelho e em forma de coração, que causou frisson entre os entendidos da boa música. veja/escute/ame aqui
o moço é mesmo especial. confesso que foi amor à primeira escutada. é um som emocional, fresco, leve e bom, muito bom. tudo a ver com a fineza que consagrou a Motown na história. seu próprio selo, o StonesThrow, refere-se a ele como sendo o 'new school soul sensation'. ta bom, né?
e acredite: mesmo com essa voz doce, acontece que ele não tem formação nenhuma de cantor. antes de assinar com esse nome e se juntar à The County (banda que o acompanha), Mayer era conhecido como DJ Haircut e por tempos seguiu fazendo suas produções funkeadas e tocando mundo afora, noite a dentro.
aqui o clip que abriu meu coração:
ps: se essa música também te lembrou o remix do Pilooski pra Beegin' do Frankie Valli, usado na campanha House Party da Adidas, você não está só. e pois é.. FV é da Motown. fato é que Mayer Hawthorne sabe buscar o melhor do melhor e fezer direitinho e jeito dele. pois que venha pra ficar!
juntando tudo num post: 1. neste instante João Brasil está apresentando um programa na Radio Diesel! o nosso menino.. que orgulho! vai com tudo, tecno!
2. semana passada saiu o segundo video (absurdo!) da parceria do João com o Breno, da Hardcuore, pro sucos DoBem. o primeiro ta aqui. perceba:
The XX não é o achado do dia, é o achado do ano. A banda surgiu em 2009, ou seja, recém-saída do forno, mas já é uma das mais comentadas em mídias especializada mundo afora, além de ter dominado a blogosfera no último mês e ser uma das mais populares do Hype Machine. O The XX é formado por uma garotada de 20 anos do sul de Londres, que faz um som lento, pop e delicioso.
Recentemente lançaram o primeiro álbum, simplesmente intitulado ALBUM com canções uma diferente da outra e se alternam entre vocal feminino, masculino e sussurros. Bom para ouvir a qualquer momento, mas especialmente naqueles em que tudo que se quer é desligar a tomada do mundo.
Os reis indie do folk-pop, Kings Of Convenience, que andavam sumidos desde Riot On an Empty Street em 2004, estão de volta! O álbum novo, Declaration of Dependence, tem lançamento previsto pra 2 de outubro de 2009.
Até lá, a dupla noroeguesa vai dando notícias de vida via postais pros fãs e palhinhas do novo trabalho mais jazzy lounge em shows como esse aí embaixo, que aconteceu em abril na Korea. O single dessa trilha, Mrs. Cold, já está rolando nas rádios da Europa e, claro, na internet também.. Pega aqui!
confissão: eu tinha implicancia quanto a versões.. uma implicância fundamentada, acredito. é que não curto quando percebo pessoas querendo se estabelecer no mundo da música exclusivamente por definição de repertório.. tem gente que simplesmente escolhe grandes sucessos alheios e pronto, acha que já deu. e aí, quando a versão estraga a música, nossa.. me dá uma aflição! a chamada 'NovaMPB' faz isso bastante, né?
mas - graças! - isso não é tudo. a coisa está cada vez mais profissional, as misturas mais inusitadas e as produções mais caprichadas.
aqui na Tecla, por exemplo.. adoramos o jeitinho fofo com que o Nouvelle Vague faz as coisas.. o talento que o pessoal do Easy Star tem pra transformar completamente o clima de álbuns inteiros.. (e que álbuns!) o sangue latino do Señor Coconut.. o humor impagável do Richard Cheese.. a própria RitaLee cantando Beatles também é um amor. enfim, tem muita coisa boa sendo feita em cima de coisas boas.
sobre o tema, dois fatos me chamaram a atenção essa semana.. uma foi o video do Anthony And The Johnsons cantando CrazyInLove da Beyoncè acompanhado de uma orquestra num show em Amsteram. de arrepiar! olha:
a outra foi ver que o Record Club do Beck está indo de vento em popa.. tó:
como a gente ainda não falou aqui, trata-se do seguinte.. o Beck (quem não adora?) resolveu chamar uns amigos pra escolher um álbum e regravá-lo inteiro em um único dia, em seu estúdio. e aí, ele sobe uma faixa por semana pro site.. que tal? o primeiro disco do Record Club é o (clássico!) 'VelvetUndergound&Nico' e 'I'm Waiting For The Man..' é a segunda faixa posta na roda. no site deles tem a 'Sunday Morning'. linda demais!!!
Quando ouvi pela primeira vez "Fist Of God", novo disco do MSTRKRFT (pronuncia-se "master kraft"), de cara uma faixa me chamou muito a atenção. Nomeada de Heartbreaker, a música da dupla de produtores canadenses, tem um refrão que gruda e um grande potencial para as pistas e é John Legend que da voz à faixa, ritmado por uma base de piano e uma batida em marcha.
O clipe oficial acaba de ser lançado, da uma olhada:
Descubra... o que é que se pode esperar da união entre VampireWeekend e RaRaRiot? nem idéia? pois espere então pelo DISCOVERY; programado para entrar na roda agora, dia 07 de julho. não chega a ser uma banda, mas sim o que se chama de 'projeto digital'..
e para tanto, a gente já aprendeu que um duo é o formato que mais dá certo, né? The Twelves, Justice e (oh!) Daft Punk estão aí pra contar essa história.. pois, representando a metade Vampire, está o producer/keyboards/guitar-hero Rostam Batmanglij. e do lado Riot, o vocalista Wes Miles. ta ruim?
pois fala-se que Discovery é das empreitadas mais significativas e promissoras de hoje.. as duas bandas são das mais importantes da cena indie americana e merecem atenção. tem remixes de coisas deles mesmos, versão pra música do Jackson Five (premonição!?), mashup com Paula Abdul.. e conte ainda com a participação da turmeca do Dirty Projectors, por exemplo.
..nossa.. me parece uma joinha.
e a face da obra é essa belezura multicolor aí em cima..
Ventilando a Mente a DazedAndConfused é uma revista que presta excelentes serviços a quem busca novidades e tendências. sem dúvida, é uma referência. pois tem a DazedDigital, versão online e cheia de conteúdos extra. conhece?
então.. hoje é um bom dia para dar um clique. ontem publicaram uma lista de nomes que estão se destacando em seus meios.. um monte de novidades nas artes, moda, cultura, zines e, claro, em música. a dica é aproveitar o fim de semana e dar um refresh nas ideias, fazer uma faxina, rever conceitos e conhecer coisas novas. bons planos, né?
vale dizer que todo mês a DazedDigital põe uma playlist na roda. a de junho saiu hoje e ta bem legal.. mais pesadinha que o de costume, mas com boas novas. tem Dead Weather (banda nova do Jack White, do White Stripes), DangerMouse com um vocal sombrio do David Lynch, dubzinho show de bola do L.V. e a gostosinha 'Black Magic' do Magic Wands. mas pra mim o destaque é a '15 to 20' da The Phenomenal Handclap Band. amei e quero aprender.*
no mais é isso.. a Dazed é pra ser acompanhada, seguida no twitter se você for disso. é bem legal.
*e a coincidência: 'Dazed and Confused' é o nome de uma música muito clássica do Led Zeppelin e é a aula zero pra quem quer aprender a tocar baixo. \o/
Béatrice Martin vai lhe encantar com sua voz pequenina e suave, no sentido delicado e doce, que só o francês é capaz de ter. Ela é canadense, então o acento soa estranho (por não estarmos acostumados a essa variante), mas a doçura está lá na língua, que é belíssima e se vier acompanhada de um piano, então, a mim pega em cheio. Talvez lhe incomode o tom meio bobo ou alegre demais, se é que me entende, mas eu sei que, independente dos detalhes, um monte de gente tenderá a ser atraído completamente pelos encantos de Béatrice e o seu debut Couer de Pirate. Quer ver? Quer ouvir?
Dez anos atrás, maio de 1999, era lançado no Reino Unido via Wall of Sound/Astralwerks o histórico Darkdancer, segundo álbum de um vulgo produtor francês de cabelo vermelho chamado Jacques Lu Cont e seu projeto Les Rythmes Digitales. Tratava-se na verdade de um rapaz de pouco mais de 20 anos de Reading, Inglaterra, chamado Stuart Price,
hoje incansávelmente conhecido como o produtor que em 2006 trouxe Madonna de volta à relevância sonora com o disco Confessions on a Dancefloor.
Darkdancer é seu grande marco como produtor. Numa oportuna brincadeira irônica com o french touch de então - que transformavam Daft Punk, AIR e Cassius em deuses do pop, o Les Rythmes Digitales juntou-se a essa safra com uma mistura sintética e bem-humorada de electrofunk e synth-pop dos anos 80, fundindo referências americanas e européias num som reto, 4x4 bem linear: technopop de estética e som metálico, cheio de sensualidade vintage, com aquela sensação requintada de "house fino" que alegrava os tênis lustrados da época.
São dez anos do disco que, do outro lado do Canal da Mancha, fez um complemento proporcional em estética e sonoridade ao seminal disco Homework do Daft Punk (aquele de "Around the World" e tudo mais). Lu Cont não se tornou uma hecatombe de sucesso igual aos franceses, mas ao contrário do Cassius, que morreu na inanição de um par de hits, o LRD adquiriu aura cult e seu criador não foi esquecido.
Além de Madonna, ele é DJ, remixer ocupado e produziu no seu apartamento em Londres cheio de sintetizadores antigos álbuns de uma lista pomposa de artistas: The Killers, Seal (!), Keane e o debut de Frankmusik a ser lançado em breve, indo em direção contrária ao que declarou no site Popjustice em 2005: "Eu não quero entrar nessa carreira de ficar produzindo canções para todo mundo, eu quero fazer outro disco meu, um novo disco do Les Rythmes Digitales." Então só nos resta aguardar. (HEY YOU), WHAT'S THAT SOUND?
Ai vai um presentinho meu, para os leitores do Blog da Tecla: um mixtape sem critério de seleção nenhum (!?), porém com pezinho no 'soul-funk'. Não esperem uma coerência nesse playlist, nem de épocas, nem de estilos ;)
Vale lembrar que esse mix não tem ligação nenhuma com nossa proposta ligada ao posicionamento de marcas, alright? Nesse caso o único objetivo é a curtição - diletantismo puro!
Tracklist
Intro: Ry Cooder - "Paris, Texas" Dr. John - "Right place, wrong time" Melvin Sparks - "If you want my love" Sharon Jones - "Inspiration information" Beck - "Modern guilt" N.A.S.A - "People tree" Human League - "Don't you want me" Lindsey Buckingham - "Trouble" The Whitest Boy Alive - "High on the heels" Carl Carlton - "She's a bad mama jama" Rod Stewart - "Da ya think i'm sexy" War - "Cinco de mayo" Stretch - "Why did you do it" Quincy Jones feat. Valerie Simpson and Chaka Khan - "Stuff like that" Cymande - "Brothers on the slide" Billy Preston - "Nothing from nothing" Stevie Wonder - "We can work it out" Bjork Guðmundsdottir & Trio - "Bella simamaer"
Você Conhece o Damo Suzuki? no início dos anos 70 era ele o vocalista do CAN. CAN era uma banda alemã, experimental, dos anos 60-70, peça chave do movimento 'Kraut Rock'; das cenas mais influentes daquela época.. o Velvet Underground, por exemplo, bebeu bastante nessa fonte. pois bem. Damo, que é japonês, gravou três discos com o CAN, se converteu a testemunha de jeová por causa de uma namorada, e voltou pra música. e foi nesse retorno que se encontrou: é desde o início dos anos 80 que ele viaja o mundo com o que ele chama de 'Damo Suzukuki's Network'. meio cigano, meio missionário, meio globe trotter.. a vida de Damo é viajar o mundo, se hospedar na casa de amigos e tocar - sem ensaio - com músicos locais. que tal? a onda dele é fazer música mas é totalmente avesso a estúdios e ensaios. acredita que música se faz no improviso, com o feeling do momento, essas coisas bem astral.. muito axé. : )
bem, pra mim é muito claro que trata-se de uma pessoa que vive à frente do próprio tempo. Damo Suzuki é o cara. é o canal. o portal pro futuro.
agora, veja bem: esta é a sua semana de sorte! o homem está na área. amanhã (segunda) rola de graça no Oi Casagrande um projeto da ESPM-Rio. o Artur Dapieve vai fazer a entrevista e depois vai ter a 'live performance'. o nome do evento é 'Entretenimento e Audibilidades Contemporâneas'. bom, né? clica aqui e vê se ainda dá pra se inscrever. caso não - ou caso sim! - ainda tem duas chamadas pra ver o Damo em ação: terça, na Plano B e quinta, no Teatro Ipanema.
Webcast hoje foi posto na praça mais um projeto superlegal de música: Webcast Trama. em parceria com o UOL, a proposta é fazer transmissões ao vivo dos estúdios da gravadora, sua rotina e todas as bandas bacanas que passam por lá.
a estreia foi com a - genial! - banda Moveis Coloniais de Acaju, que lançou o segundo disco (C_mpl_te) no início do mês. disco este que dá para baixar de graça. é parte de um projeto da Trama com a Volkswagen.
em tempo: este mesmo projeto da VW também oferece free dwld dos últimos albuns do EdMotta e do CSS.
é ou não é o que a gente fala desde sempre? a cada dia o mundo respira mais e mais música!
adoro relatórios. verdade. tenho real admiração por gente que organiza as informações de forma a demonstrar, comprovar e ilustrar fatos. neste sentido, relatórios de tendências me são ainda mais preciosos. as pessoas sabem exatamente o que olhar e guardam as informações. e depois você não tem como negar que aquelas previsões vão se concretizar. acho tudo isso genial!
mundo afora, tem algumas pessoas e entidades vivendo disso e que o fazem muito bem. a super-super WGSN é a maioral; mas de acesso restrito. (atenção: em todo fashion rio tem palestra deles, hein?) o TheCoolHunteré nota dez e merece ser favoritado. e no Brasil, os mais feras de que se tem notícia é o pessoal da BOX1824. o nome é uma alusão à faixa etária que comanda nossas mentes e consumo.
bem, eles publicaram este relatório essa semana. a leitura é: COSMOPOLITAN TRIBALISM. assista ao video e entenda.. é tudo verdade!
'a arte é a expressão máxima de um tempo'. desde que o mundo é mundo, ou desde que a arte é arte, a gente sabe disso, né? pois ontem essa verdade apareceu de novo, numa conversa trivial.
pronto. era o link que faltava pra trazer pra cá o 'Zii e Zie' de Caetano. fui na estreia do show e fiquei tão impactada que não consegui escrever a contento. Caetano Veloso é uma potência. Caetano é, sim, a expressão máxima de seu tempo - seja ele qual for!
..já que minhas impressões me paralisam, aqui segue um ótimo texto sobre o show. e aqui, sobre o disco. assino embaixo.
nenhuma novidade dizer que o vinil está na moda. afinal, os fãs do petróleo prensado dizem que nunca deixou de estar. mas fato é que está rolando, sim, uma nova onda.
e não é nostalgia apenas. para você curtir a arte gráfica, o cheiro e a qualidade do som infinitamente superior a qualquer outra, não precisa ser colecionador. nem ficar fuçando em sebos e sites de 'velharias e relíquias'. em pleno 2009 temos alguns nomes bem modernos lançando edições no formato Long Play.
mês passado o Black Kids lançou uma edição limitada com faixas que até então só estavam disponíveis para download. é ou não é um verdadeiro túnel do tempo? o Radiohead, super-prafrentex que é, além do InRainbows tem também uma penca de EPs neste formato. Moby, Coldplay, Ben Harper, The Verve.. todo mundo já virou bolacha. (olha só o site da Capitol, que barato..) por aqui, Lenine, Maria Rita e M.Takara são bons exemplos. aliás, está para sair pela Sony-BMG alguns títulos de gente como João Bosco e Chico Science.
acho que vale à pena acompanhar este movimento. tudo mais der errado ou sua agulha falhar, decore sua sala de visitas como fez o Jean Shin, artista que concebeu a 'SoundWave' - obra que ilustra este post.
é isso: vão lançar o DJ HERO. a mesma onda que a brincadeira com a guitarra, mas os controles estão na 'turntable'. quem joga tem que criar remixes decentes e agitar as massas à euforia. acho super didático!
mas tem que esperar.. e se você se cadastrar no site, fica sabendo antes.
A Propósito... conhece a do bem? são as melhores bebidas do mundo, segundo as mães dos criadores.. fato é que tudo deles é supercaprichado, mesmo. não só os sucos em si; mas também as embalagens, a comunicação, tudo. dessas marcas bem pensadas e executadas com esmero. sou fã. e nessa semana lançaram esse videozinho institucional lindo, em stop motion. quem criou foi o amigo multi skills Breno Pineschi da Hardcuore.
e a trilha-sensação é do João Brasil! sim, ele mesmo.. : )
a DIESEL é uma marca especial, não? figura no olímpio do cool mundial e ao mesmo tempo é tão popular.. sim, porque é do povo.. a Diesel é da galera.
eles entraram no mundo digital há bastante tempo e sempre souberam tirar bastante proveito disso.. estão sempre linkando o virtual e o real. das coisas que a gente tanto fala, que as marcas hoje querem - e devem! - se comunicar direto com seu público, a Diesel faz direitinho.
DIESEL CULT é uma bandeira criada para pôr em prática mil e um programas colaborativos, interativos, concursos, festivais e afins. e trata diretamente de arte, design e o que mais nos importa: MUSICA.
pois fique ligado: dia 14 de maio volta ao ar a DIESEL:U:MUSIC:RADIO. transmitida direto da flagship de Londres pra web e pra todas as lojas da rede, a radio tem como lema a não-regra. o compromisso é tocarem só o que lhes der na telha; de shows exclusivos a audiolivros na hora de dormir.
acho melhor a gente não perder.
enquanto isso, não marque touca e faça seu registro no site antes do dia 05 de junho. é uma espécie de rede de relacionamentos. (ok, mais uma..) mas custa o preço do seu email e te dá um monte de conteúdo em vantagem. fora a possibilidade de acompanhar de perto uma marca genial atuando em tempo real. super pra frentex!
nada indica que este video seja oficial. aliás, tomara que não! eles definitivamente merecem alguma coisa mais bacana.. mas serve pra escutar em alto e bom som 'Stillness Is The Move' ; que é o primeiro single do 'Bitte Orca', álbum que o DirtyProjectors vai lançar em junho. falam que é uma música polarizante, que você ama ou odeia. aqui digo que amei. amei demais!
não só a música, mas todo o álbum já está dando o que falar.. aqui eu li que, mesmo sem nunca ter escutado um acorde sequer, o público delirou no show em que eles tocaram o disco novo pela primeira vez. e eles vao sair em turnê abrindo pro TvOnTheRadio, que tal? DirtyProjectors tem uma legião de fãs, mesmo sendo super experimental. tão experimental quanto um cover de 'Hyperballad' da Björk pode ser. imaginou? aqui tem.
bem, fica a pulguinha atrás da orelha, esperando o lançamento do disco. a Domino, selo da banda, disponibilizou 'Stillness Is The Move' para baixar de graça. vê se ainda tem, porque é por tempo limitado. de qualquer forma, vale um passeio pelo site deles. lá você encontra Bonnie Prince Billy, Jim O' Rourke, The Kills, Arctic Monkeys, Franz Ferdinand Animal Collective e outras jóias do cancioneiro universal. ta bom, né?
mais uma pra listinha das favoritas de voz fofa e mínima: CALLmeKAT.
trata-se de outra cantora reforçando a tropa dinamarquesa que, ao que parece, pretende conquistar não apenas o exército azul, mas também o mundo todo, não? CALLmeKAT escreve assim, mesmo. é o 'nome de guerra' da Katrine Ottosen, que lançou disco novo há não muito. 'Fall Down' é o nome da obra; cuja capa ilustra este pequeno post.
breve apresentação: indoor, Kat costuma gravar suas músicas usando só seu laptop - e o que de mais estranho estiver à mão - e tem covers da Britney e do The Cure. já na vida outdoor, ela passeia pelos festivais mundo afora ou abrindo shows de belezuras como o NouvelleVague, do (absurdo!) SebastienTellier e de quem? AuRevoirSimone! ah, e também foi trilha do último desfile da HuisClos, viu?
relaxe e aproveite.. sonzinho gostoso pra embalar essa chuva.
coincidências.. ontem mesmo coloquei aqui um clipe deles e olha só o que acabo de ver: um joguinho que é 'all about' DaftPunk!
é uma piada, uma provocação e um barato: a missão do jogador, que é um dos 'robôs' do DaftPunk, é recuperar todos os samples que o Justice roubou. e além disso, matar os fãs - inescrupulosos- que caminham de um lado pro outro com um headfone... é de programação bem simples, mas muito legal! o cenário é Paris; a terra dos vilões. a trilha é 'One More Time' e a cada ponto ganho, toca uma parte de 'Harder Better..' e quando morre, 'over'!
se outro dia eu falei que a Claire Carré é lúdica, esse homem é a encarnação do subconsciente humano.
caso você não seja muito familiarizado com o nome, foi o Michel Gondry quem dirigiu, por exemplo, o espetacular 'Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças' e mais recentemente, o 'Be Kind Rewind' com o Jack Black e o Mos Def. e também uma penca de clipes bacanérrimos pra gente como Radiohead, White Stripes, Bjork, Paul McCartney e Roling Stones. um currículo no mínimo importante pra música que se escuta hoje. mas pra mim, das coisas mais legais de todos os tempos ainda é um clipe de 1997: 'Around The World' do Daft Punk. olha aqui, sempre merece:
..uma boa forma de conhecer melhor o Michel Gondry, é assistir ao DVD 'DirectorsLabel' que é uma reunião da obra dele. mas para ficar atualizado mesmo, vê logo os dois.. pois sim: com exclusividade no site dele , o segundo DVD foi lançado ontem! tem não só coisas novas, mas também videos que ficaram de fora do primeiro. e por menos de vinte dólares o disquinho pode passar na sua tv, quantas vezes você quiser.
outra coisa que você pode fazer para ficar íntimo do Mich (ha!) é pedir para ele fazer uma caricatura sua.
também por um trocado, você manda uma foto e ele te desenha.
como se vocês estivessem ali em MontMartre, cara a cara, dividindo uma baguete.
vai no site, faça as comprinhas e deleite-se com a genialidade deste homem.
O acervo aqui na Tecla é beeem grande - e crescente!
Nós transitamos por (quase) todas as esferas, gêneros, ritmos e formas de expressão musical. O tempo todo.
Isso seria um esforço danado, se não fosse pela enorme satisfação pessoal que depositamos no negócio.
Mas enfim, o propósito desse post é te levar pra passear em novos lugares ;)
A turma do HYPNOTIC BRASS ENSEMBLE não brinca com samplers , nem computador, nem efeitos especiais. Brinca só com os pulmões.
É metal puro. É uma bela orquestra moderna, com tudo que tem direito: harmonia, sincronismo, tudo bem marcado e empolgante.
Abaixo vai um texto do “SacundinBenBlog”, que explica um pouco quem são:
O Hypnotic Brass Ensemble é formado por 8 músicos de Illinois-Chicago, do qual 7 são filhos do ex-trumpetista da Sun Ra Arkestra: Kelan Phil Cohran, o oitavo músico da HBE não tem laços de sangue porém, "é sem sombra de dúvida parte da família". São 4 trompetistas, 2 trombonistas, 1 Batera e um... Sousaphonista(?)rsrs (Sousaphone é uma Tuba que descende do Hélicon). A criação do grupo deu-se em 1999, mas pelo visto só agora é que a coisa está se revelando pro mundo.
você gosta do Gorillaz? a gente adora. o som deles é ótimo, super dançante, bem trabalhado, bem produzido e bem humorado. a banda toda é um conceitão: eles nunca aparecem nos shows, usam só as ilustrações e animações do Jamie Hewlett.
pois bem. eles fizeram um filme contando justamente essa história: o mundo real dessa banda 'animada'. (e aqui o duplo sentido é bem-vindo.) Bananaz já tem sido exibido (aqui sem duplo sentido, acho) na Inglaterra em alguns festivais e sessões exclusivas. não se sabe quando é que chega por aqui e o lançamento do DVD está previsto para junho, apenas.
enquanto a gente espera, dá pra passear pelos sons não só do 'Gorillaz'. mas também do 'The Good, The Bad and The Qween' e do 'Blur'; as outras duas bandas em que o Damon Albarn canta - ao menos oficialmente.
conheça o Pacemaker. um aparelhinho que torna possível que o ofício de mixagem e 'DJ-ing' seja executado em qualquer lugar. sim, creia: é uma mesa de Dj portátil, do tamanho de um celular!
primeiro você faz o upload das músicas como se fosse para um Ipod de 60 G. na hora do show, o Pacemaker toca duas músicas ao mesmo tempo, tem os controles de bpm, cross fader e mais uma penca de funcionalidades. é demais! e o mais legal é o seguinte: no final da brincadeira você pode salvar nele tudo o que tiver feito. todas as mixagens, o que você tiver tocado, fica salvo. e aí, chegando em casa, pode ajeitar e melhorar o resultado usando um programa complementar: o PacemakerEditor. daí coloca na web, grava sua demo, enfim.. profissionaliza a coisa. no site tem tudo, inclusive o Editor pra baixar de graça. vai lá conhecer..
pois, diferente desses montes de gadgets que pipocam aqui e ali prometendo revolucionar sua vida, esse aí é sério: há uns dois anos ele tem sido aguardado pelo mercado e agora que foi lançado, não decepcionou. as resenhas das principais revistas especializadas deram sempre entre quatro e cinco estrelas.
e ainda por cima, ganhou o 'RedDot Award' que é o prêmio máximo do design mundial. venceu na categoria 'Best of The Best' de 2009. fraco não...
e então, anima? interfone agora mesmo pro seu síndico e marque a data pra festa no play!
essa aí é a Alba. é ou não é o mascote perfeito pra páscoa da Tecla?
..se você nunca viu, vale à pena conhecer o Eduardo Kac. ele é um artista plástico carioca que é super reconhecido mundo a fora. e foi no ano 2000 que ele apresentou a Alba, a primeira obra de arte transgênica. bio ciência, engenharia genética e mais um monte de questões filosóficas giram em torno desse adorável animalzinho.. amo muito tudo isso!
bem, queremos mesmo é desejar uma ótima páscoa.. muito chocolate e muita proteína verde fluorescente pra todo mundo!
em jovenzinho você botava pra quebrar nas festas americanas exibindo os passos que aprendia nas aulas de break? hoje seu gosto musical passeia pelos remixes, mashups, barulhinhos de videogame e afins? ainda não superou o trauma de nunca ter ganho aquela bateria que você pedia de natal todo ano?
Sabe quando você fica cantarolando uma melodia sem conseguir lembrar da letra e nem de que música é? eu fiquei nessas por uns dias e eis que tchanan!, fui parar no site da Claire Carré. ela é uma diretora supertalentosa que sempre tende pro lado lúdico da vida; coisa que eu pessoalmente valorizo bastante. é dela o clipe da tal música que me perseguia: 'Love' do Matt White. que o Matt White é lindo e engajado eu já sabia: ele disse ao mundo ser totalmente pró-Obama, fez campanha com a GAP e mais tantas circuladas interessantes.. mas enfim, eu nunca tinha visto o tal video, que também é lindo! acho que se durasse cinquenta minutos a mais, na mesma onda, poderia passar na sessão da tarde. e eu assistira até o fim, comendo pipoca e com os olhos cheios d'água. : ) pena, não consegui trazer os videos pra cá. mas vale clicar aqui para assistir o do MattWhite.
e também é da Claire o clipe da Sia 'Soon We'll Be Found'. lindo, lindo, lindo. a coisa de fazer formas e sombras com as mãos existe desde que o homem é macaco, né? mas achei que ela conseguiu dar uma cara original e super delicada à história.. veja se não. (não sei direito o quê, mas a música e o climão do video me lembraram de novo o Walking on a Dream..)
o Tito é um amigo que só dá boas dicas. ele mora em Barcelona e toca a DoReMi. vale à pena clicar lá e conhecer a proposta deles.. a Tecla quer ser assim quando crescer: só boas referências, boas idéias, boas intenções e ótimos trabalhos!
..bem, a gente se conheceu no início do ano passado e desde então muitas figurinhas transatlânticas foram trocadas. por exemplo, foi ele que me passou oclipe de Walking on a Dream, do Empire of the Sun; pelo que sou eternamente grata. : )
..pois outro dia o Tito me mandou a dica do disco novo de uma banda chamada Au Revoir Simone. na verdade, parece que o disco ('Still Night, Still Light') vazou. então é dica de coisa quentinha, mesmo.. confesso que não conhecia, mas já é sem dúvida uma das minhas paixões eternas!
algumas pessoas sabem o quanto eu sou viciada (pior que a palavra é essa, mesmo. como se não me faltassem vícios..) em CocoRosie. adoro escutar esses sons mais experimentais, mínimos e com vocal de gente que mal tem voz, sabe? costumo preferir gente que canta porque ama música - e não por conta de um eventual vozeirão.
mas então... não precisa ter essa minha doença. se você gosta da LykkeLi, por exemplo, já é bem capaz de curtir Au Revoir Simone.
além do som delicioso, meio-espacial-meio-pop, com teclados e xilofone, elas são lindas, super estilosas e muito cool! estão juntas desde 2003, têm o próprio selo, são do Brooklyn e ainda por cima, queridinhas do David Lynch! que tal? não dá vontade de ser amiga da turma? quero muito ser amiga dessa turma?
de qualquer maneira, ver um showzinho já seria ótimo!
todo mundo apagou as luzes na noite de sábado, né? muito bem!
ainda sobre o aquecimento global, as mudanças climáticas e essa bomba-relógio em que o mundo se transformou:
1 :: tem uma turma na Finlândia que não apenas abraçou, mas enfiou o dedão no meio da causa e criou a PLUP. essa garrafinha toda bacana é feita de um plástico super-reciclável (o pet já modificado) e tem capacidade para 400ml
hoje, nelas só se vende água mesmo. e de fontes locais, sem demandar o transporte por longas distâncias. mas pretendem lançar em breve mais modelos e cores, que variem de acordo com os novos conteúdos..
a idéia é fazer com que os consumidores finais não desperdicem, mas guardem e façam novos usos das garrafas. e numa boa, a coisa é tão linda que dá vontade mesmo de se hidratar devidamente e ter um monte dessas em casa.. no site tem umas fotos bacanas das garrafinhas em várias situações.
eles ainda revertem dez centavos de cada unidade vendida direto para um programa de despoluição do Mar Báltico. demais, né?
2 :: já a Tap'dNY parte de uma ideia muito simples: usar o próprio sistema público de água, dar uma outra processada (como esses filtros de osmose que a gente tem em casa..) e vender localmente, também fugindo da história do transporte.
pois, em se tratando de NY, a garrafinha (que neste caso, não é nada de mais) vira souvenir, claro!
há exatamente um mês (desculpa o delay!) aconteceu essa 'festinha' da Adidas.
como parte das comemorações dos sessenta anos da marca e alinhada à campanha 'house party', a marca produziu a 'paint party' com um showzinho do TingTings.
em Manchester, hometown da dupla, a Adidas revestiu o lugar inteiro de branco e todos os convidados recebiam um conjunto também branco de calça+casaco e um kit com muita tinta, canetas e afins.
a idéia era fazer daquilo um grande happening de música e cores. inegavelmente, uma baita experiência. um pouco over..? talvez.
mas a coisa está bem de acordo com o que a gente tanto acredita: uma marca que sabe que a música conecta as pessoas; que falando nessa língua, vai falar diretamente aos corações de quem lhe importa. e ainda, que um evento deixa marcas irreversíveis!
pois, que tal ser convidado para uma festa de uma marca que você adora e 'de quebra' assistir a um show de uma banda que você ama? ..e se você tem uma marca, por favor, pense nisso mais ainda! e claro, lembre da Tecla.
..bem, o vídeoda campanha é mesmo um barato.. trocentos 'party monsters' - de beckham a kate perry - e uma trilha excelente, com um remix do Piloosky pra 'Beggin' do Frankie Valli.
acho o Piloosky muito bom no que faz.. elegante, ele mexe pouco nas estruturas e deixa músicas lindas, ficarem igualmente lindas; só que mo-der-nas. uma das últimas dele é uma versão pro Findley Brown, de Promised Land. que a gente já usou aqui e ali...
depois do padre (rip!), vira e mexe aparece uma referência à tal lúdica aventura de um passeio movido a ar quente.. ou ao menos, é desde então que isso tem me chamado mais a atenção. pode ser vôo de balão ou de balões.. mas ao que me parece, a coisa anda na moda.
hoje a Vivo lançou um comercial novo, que dá um friozinho na barriga bacana. ::balão.
e também saiu hoje qual o filme que vai abrir o festival de Cannes, em maio: 'UP' (por aqui, 'up - altas aventuras') é uma animação da Disney/Pixar - leia-se: mesma turmeca de Toy Story, Procurando Nemo, Monstros SA - que também vai pras alturas.. vi o trailer achei fofo! ::balões.
outro dia, numa dessas navegadas sem destino na incrível rede mundial de computadores, me deparei com um comercial todo bacana da Puma. o centro das atenções era a trilha de um rapaz, jovenzinho, com jeito tímido.. um fofo. e a música era ótima! 'new shoes' o nome. coerente o suficiente pra marca, não? eis que o astro da campanha é Paolo Nutini - um escocês de 22 anos - que por aqui já teve até música em novela mas eu nunca tinha me apercebido..
antes tarde do que nunca, pois. capaz de os 'news shoes' dele já estarem gastos; mas o disco novo está saindo do forno! se chama 'sunny side up'.. que já imagino ser a trilha perfeita pros dias ensolarados do próximo verão.. pois que venha Paolo Nutini!
e olha que simpático.. no site oficial, ele está selecionando/convidando alguns fãs para uma apresentação privè deste novo disco.. e tem uma promozinha esperta.. vai lá ver e boa sorte! (se você ganhar, me leva, ta?)
..e viu que graça a carinha dele de 'apavorado' cantando ao lado do grande Mick? ha! adorável.
ontem o PÓS PRAIA foi um estouro! a brisa que batia perfeita e o som impecável do The Twelves fizeram da nossa saideira uma delícia de se viver. pista cheia, gramado florido.. foi lindo!
a gente da Tecla fica muito feliz em ver isso.. a tchurma boa e reunida para curtir o bom da vida.. e sem fazer mal a ninguém!
a temporada do PÓS PRAIA na Lagoa terminou. mas o projeto com a Redley segue firme e forte. vamos fazer uma ação marcando o lançamento da coleção de inverno deles.. quem não viu o desfile (como sempre, fantástico), vale à pena conferir. foi na Floresta da Tijuca, com um climão de arrepiar.
..depois coloco mais fotinhos de ontem aqui. e o moreira também gostou e registrou, viu..?
é uma pena, mas neste fim de semana a temporada do PÓS PRAIA chega ao fim. não temos o que lamentar.. foi um sucesso, uma alegria, uma delícia! a Redley chegou junto e fez do nosso evento a mais doce morada deste verão carioca.
pois neste domingo tem a saideira! o mesmo bom e nunca-velho esquema: visual fantástico, pôr-do-sol deslumbrante, drinks para brindar à vida, esteiras pela grama, pedalinhos à vontade, amigos para um bom papo e aquele clima de festa que a gente tanto gosta..
nada disso faria sentido se não cuidássemos pessoalmente da qualidade da trilha musical para embalar o momento.. pois no PÓS PRAIA é a Tecla que coloca o som: Satta, Léo hazan e eu. e nesta última edição, para dar um 'até logo' com chave de ouro, vamos ter - simplesmente - o duo THE TWELVES! a pista, a grama, a lagoa inteira vai ferver!
o superMoreira até colocou lá na AGEMDA.. dá uma olhada.. tem promo e tudo!
então é isso: depois da praia, é só chegar.
PÓS PRAIA este domingo, 08/mar das 18h00 às 23h00 quiosque Kantha Galo lembrando que lá só aceitam dinheiro, cheque, dinners, mastercard e redeshop. quem chega cedo aproveita mais! e em caso de chuva, o evento acontece normalmente.
bem, já faz uns dias, mas se procurar direito ainda é possível encontrar umas purpurinas debaixo da unha ou coladas no couro cabeludo..
a última Calzone que rolou foi sexta passada no saudoso e sempre aconchegante Studioline. mesmo cantinho que nos abrigou em 2007 com as épicas O Futuro, Pá Ficá Nu Sheipi e Mó Barato. voltamos com tudo, cheios de gás e folia pós-carnavalesca na LÚXU & GLAMÚ. foi uma catarse, uma farra. foi lindo!
a saber: vira e mexe falamos da Calzone aqui porque também estamos lá; fazendo parte e se divertindo muito com os amigos Lucas Bori, João Brasil, Pedro Seiler, Filipe Raposo e Bruno Natal.
ali em cima mostro o que foi a filipeta-sensação da festa.
Depois de versões reggae/dub/ska para o Dark Side of the Moon do Pink Floyd em Dub side of the moon (2003) e para o Ok Computer do Radiohead no Radiodread (2006) agora é a vez do Easy Star All-Stars darem um álbum-tributo para os Beatles. Ontem saiu o Easy Star’s Lonely Hearts Dub Band, versão rasta do disco mais psicodélico dos Beatles…
se você tiver a chance de folhear a VogueRG de fevereiro (Cauã Reymond na capa), não deixe de dar aquele sorrisinho quando der de cara com a foto do nosso Satta. é tudo verdade: Paulinho anda mesmo supercotado nas pistas. o que a nota não deixa claro é que tudo aquilo vem a reboque: o foco dele é no trabalho aqui na Tecla, criando as trilhas perfeitas para cada uma das marcas com que trabalhamos..
para quem ainda não sabe, ainda dá tempo de ir aproveitar este delicioso embalo de domingo à tarde.. em ação com a Redley, estamos produzindo estas festinhas à beira da Lagoa. tem drinks especiais para brindar ao pôr-do-sol, esteiras para se espalhar na grama, pedalinhos à vontade, amigos reunidos e - claro - muita música boa. a gente da Tecla que coloca o som. mas desta vez o Diogo Reis (da Moo) também vai lá dar o clima - fino e alegre, como deve ser.
então é só chegar: PÓS PRAIA quiosque Kantha Galo (anexo ao Palaphita Kitch) domingo, 15/fev das 18h00 às 23h00 só se aceitam dinheiro, cheque, master e credicard.
a dica é quente: quem chega cedo aproveita mais! e mesmo com chuva a festa acontece normalmente.
Engajamento – é o que me vem à cabeça quando ouço ou penso no The Clash.
Os rótulos de grupo alienado, sem causa, niilista, entre outros, atribuídos a eles no início da carreira, provavelmente alavancados pela estética punk, caíram rapidamente e o que se assistiu em seguida foi o extremo oposto.
Na verdade tinham fortes ideais políticos, lutavam em prol das minorias espalhadas por todo mundo, e “de quebra” ainda faziam um som riquíssimo, irreproduzível até hoje, excedendo o aparente “punk rock” para sonoridades como reggae, dub e rockabilly.
Não é o tipo de som que se escuta por ser somente dançante, ou somente por sua riqueza melódica, ou somente pela força dos vocais e das cordas, mas por tudo isso junto atrelado a um “PORQUÊ” que não existe mais hoje – e que o torna profundamente marcante na vida de muitos.
Serve este post para aguçar a curiosidade de vocês sobre esta banda e seu legado. Se quiserem saber por onde começar, ai vai minha dica: o álbum “London Calling”, considerado por muitos, eu inclusive, o disco mais definitivo de Rock n’ Roll já feito.
Nós já falamos aqui do quanto o sucesso da banda Little Joy é bacana. Por vários motivos. O fato da coisa se espalhar de modo independente, conquistando espaço conforme o público foi apreciando e indo atrás, num projeto que é lado b dos caras e não tem grandes pretensões.
Nos deparamos com sujeitos a fim de fazer música, se expressar através dessa obra de arte que, hoje, é mais identificada com o mp3, o hit, a fórmula, o genérico e por aí vai. Se está difícil de se fazer (ou ouvir) boa música (não música legal, esse tipo rola fácil), temos nessa banda um grupo que consegue fazer isso, muito bem, e bem numa boa.
Hoje eles tocam no Circo (RJ). Eu não perco por nada, e se fosse você, faria o mesmo.
Golden Filter, essa é a dupla (banda?) de new disco que está bastaaante falada em blogs americanos desde o ano passado.
E ela carrega um ar de mistério na sua aura, que eu ainda não entendi qual é. Com umas três/quatro músicas, uma loira “fatal” no vocal diva e um enigma em torno de sua formação já faz uns nove meses, o Golden Filter, de Nova York, fez seu primeiro show “real” no final de semana agora em… Nova York. O primeiro show nos EUA.
Para uma banda de poucas músicas, não assinada com ninguém, que acabou de fazer o primeira apresentação em seu próprio país e com um primeiro single (a sexy as hell “Solid Gold”) a sair na Inglaterra semana que vem, o Golden Filter até que está muito bem relacionado geograficamente. Fez remixes para os suecos do Peter Bjorn & John, os australianos do Cut Copy e para a inglesa-hype Little Boots.
Golden Filter não tá fraco…
Boa hora de colocar aqui o tal vídeo cool e picante para a ótima “Hide Me”, em que a banda mostra que só o amor constrói. E destrói.
Pois é, o álbum já se encontra nas melhores casas do ramo, ou também por aqui ou até por aqui, você quem escolhe o melhor caminho.
Bacana ver a garota mandando bem, afinal, lembra quando ela surgiu e o papo era ela x Winehouse? Pois é, com esta detonando geral nas paradas, parecia que aquela era apenas a amiga, que por caso também cantava.
Inimigas à parte e comparações bem de lado, Lily Allen reivindicou seu espaço com belas canções pop (apesar deste rótulo, hoje, não valer de quase nada pra definir algo, já que todo mundo o aplica a tudo quanto é tipo de música que é bem e facilmente recebida).
Fato é que o som dela é muito bem produzido, com pegada que gruda nos ouvidos de muita gente e cai nas graças, ou melhor, sobe nas paradas de sucesso na mesma medida.
Ouça aí e me diz se é por acaso, ou porque ela manda bem mesmo e tem a fórmula (?)
O filme a seguir é de 1944 e possui aprox. 10 minutos de duração.
Pode parecer pouco para uma pelicula que impactou fortemente a musica brasileira (de qualidade) que ouvimos hoje.
Se ANDRE MIDANI não tivesse ido ao cinema e se emocionado ao ver Jammin' the Blues, talvez não tivesse deixado sua carreira de confeiteiro, e vindo morar aqui, onde contribuiu - como executivo da finada indústria fonográfica e entusiasta - para o surgimento e consolidação da bossa nova, tropicalismo, rock nacional, etc.
(trecho a seguir retirado do endereço http://franciscobezerra.wordpress.com/tag/andre-midani/)
...com vinte anos de idade e sem nenhuma perspectiva de fugir do destino que a mãe lhe impingira, André Midani foi aproveitar sua folga de segunda-feira indo assistir um filme, num cinema da Avenue de l’Ópera. A sessão tinha como abertura um curta-metragem de música, a paixão de Midani. O curta chamava-se Jammin’ the blues. E mostrava uma jam session de blues, com proeminentes músicos do cenário americano. Durante os dez minutos da apresentação, Midani permaneceu grudado na poltrona. Totalmente enfeitiçado. Tornou ir outras vezes à sessão. Chorava em todas elas.
Na segunda-feira seguinte, incentivado pelo filme, Midani resolveu pedir demissão da confeitaria e procurar um emprego numa loja de discos qualquer de Paris. O resto é história. Veio parar por acaso no Brasil e se tornou um dos produtores musicais de maior relevância do país.
Anos depois, após ter incentivado Roberto Civita a utilizar a concessão de TV fechada que conseguira para importar a MTV americana para o Brasil, agradou bastante os produtores da MTV americana que, gratos, perguntaram-lhe o que gostaria de ganhar. Midani recordou imediatamente de Jammin’ the blues e perguntou se não tinham como conseguir uma cópia. Nenhum dos roqueiros da MTV o conhecia. Porém, dois anos depois, recebeu uma carta de Vinnie, diretor artístico da MTV americana, convidando-o para um almoço em Nova York, com passagens de ida e volta na primeira classe. Dois dias depois volta para o Brasil com uma cópia de Jammin’ the blues que Vinnie conseguiu no acervo da Universidade do Estado de Maryland. Ao rever o filme, após tantos anos, percebeu claramente que tinha valido a pena deixar sua vida nas mãos de uma ”filmagem maravilhosa”.
Não por acaso, a película de Jammin’ the blues foi selecionada pela Biblioteca do Congresso americano para preservação no registro nacional, como uma obra “cultural, histórica ou esteticamente significante”.
Quentin Leo Cook ficou conhecido como Norman Cook quando era baixista do Housemartins , aquela banda inglesa que ficou célebre aqui pela "melô do papel" (pelo menos era assim que chamavam no Rio), mas que tinha coisa bem mais animada no currículo. Depois ele virou Fatboy Slim e se tornou o fenômeno mundial que dispensa maiores comentários.
Agora o sujeito trocou de nome de novo (pelo menos em termos artísticos). O novo projeto do rapaz se chama The Brighton Port Authority (ou BPA) e o disco é "I Think We're Gonna Need a Bigger Boat" (uma citação, levemente modificada, da clássica frase de "Tubarão"), com uma lista de convidados respeitável, entre eles Iggy Pop, que virou um boneco no bom clip de "He's Frank":
Lindo esse novo videoclipe do Oren Lavie. Um stop motion de tirar o chapéu.
"Her morning elegance"
Oren Lavie é um compositor de Berlim que tem cabelos castanhos cacheados, voz sussurrante, olhos verdes e pés suspeitosamente frios. Nascido em 1976, dois minutos atrasado, vem tentando recuperar esse tempo perdido desde então. [Retirado de seu perfil no MySpace.]
Mais de dois anos se passaram desde que o Whitest Boy Alive estreou em álbum, com seu excelente e animado "Dreams".
O projeto do sensacional músico do Kings of Convenience, Erlend Oye, conquistou a todos com um rock acústico, superpop e delicioso. E o lançamento do seu segundo álbum, "Rules", está programado para 3 de março.
Masssssss, pra variar um pouco.... vazou essa semana na internet. E o melhor é que eles continuam ótimos e ousando um pouco mais que no primeiro disco.
Para comemorar a posse de Obama, o crew GOLD produziu um vídeo para o remix de Adam Freeland para “Aerodynamic“, do Daft Punk. O vídeo é todo em stop motion e utiliza diversos bonecos que os ligados em toyart amam. Tem Kubricks, Bearbricks, Qees, itens da KidRobot e muito mais.
Genial o vídeo produzido por Clemens Habicht para os caras do Friendly Fires. 10 mil, isso mesmo: 10 mil bolinhas brancas e ventiladores são responsáveis por um efeito surpreendente para animar a música Skeleton Boy, que é ótima por sinal.
..depois dessa semana fervente, é impossível negar: finalmente o verão chegou! e como não poderia deixar de ser, nosso festivo pôr-do-sol chegou junto. ê, saudade!
bem, 2009 reloaded. voltamos com a Redley como parceira e o evento mudou de nome; agora se chama PÓS PRAIA. mas o esquema é exatamente o mesmo: domingão, beira da lagoa, aquele visual deslumbrante, pôr-do-sol, amigos, um drinque pra fechar o final de semana... e o principal: música boa!
modestamente, quem bota o som somos nozes, TeclaMusic: Luci, Satta e Léo Hazan. e o DJ convidado dessa semana é o Filipe Mustache, colega de Calzone.
então tome nota: PÓS PRAIA esse domingo, dia 18/jan 18h00 as 23h00 (mimos pra quem chegar cedo!) quiosque Kantha Galo (anexo ao Palaphita Kitch) lembrando que lá só aceitam dinheiro, cheque, dinners, mastercard e redeshop. ah, e em caso de chuva a festa acontece normalmente.
O Passion Pit é uma das grandes revelações musicais de 2009. O grupo de Cambrigde (Massachusetts, EUA), liderado por Michael Angelakos, mistura pop clássico com rock, sintetizadores e uma pitada de hip-hop. Estão chamando à atenção da imprensa especializada com o EP Chunk of Change, feito para a namorada de Angelakos como presente atrasado de dia dos namorados.
Para promover o trabalho, estão lançado o clipe da faixa “Sleepyhead”. Dirigido pelo estúdio Wilderness, o vídeo combina elementos da composição - vocais, palmas e teclados - de forma visualmente colorida e moderna. O álbum de estréia do Passion Pit, ainda sem data de lançamento, chega às lojas esse ano e boto minhas fichas que irá figurar nas listas dos melhores de 2009... E isso que ainda estamos na primeira quinzena de janeiro. Se liga...
"Os R$ 240 cobrados pelo ingresso do Radiohead vão se tornando cada vez mais em conta. Primeiro foi a adição do Kraftwerk ao evento. Agora chega a notícia de que o Los Hermanos também tocará no festival Just a Fest.
Ouvi falar disso a primeira vez ainda em dezembro, mas a fonte (pra lá de segura) pediu sigilo. Essa semana o assunto surgiu outra vez, através de outra pessoa, porém de maneira um pouco torta e achei melhor deixar quieto. Hoje recebi um telefonema contando a “novidade”, de uma terceira fonte, dessa vez sem restrições sobre divulgar a notícia.
Somadas as três fontes, a retomada do Los Hermanos (porque a banda nunca acabou) só não acontece em março se der alguma creca. Ainda restam ingressos para o show do Rio. Corra."
Soltando algumas faixas de vez em quando (’”Turn it on”, “Ulysses”, “What she came for”, “Twilight owens”), pouco a pouco, eles foram fazendo o “teste de mercado”, quem sabe a tempo de “se alguém falar mal, tiramos ou mudamos. Será que a crítica dirá que estamos fazendo mais do mesmo ou ainda continuamos naquilo que já era há alguns anos atrás?”, ou então “isso dá um hit, isso não, sei lá, vamos soltar…”
Enfim, brincadeiras à parte, é hora de ficar quieto e ouvir de cabo a rabo esse álbum, pra aproveitar o momento de se estar em contato com algo fresquinho de uma das bandas mais bacanas que surgiram nessa década.
1. Ulysses 2. Turn It On 3. No You Girls 4. Send Him Away 5. Twilight Omens 6. Bite Hard 7. What She Came For 8. Live Alone 9. Can’t Stop Feeling 10. Lucid Dreams 11. Dream Again 12. Katherine Kiss Me
O nome parece piada, as roupas parecem piada, as fotos parecem piada, o clipe parece piada, mas acredite, não é piada. As músicas de Dent May têm aquele romantismo deslavado de gente como Jens Lekman, construído sobre boas melodias calcadas no pop 60s, do easy listening à Tropicália - ou no som de herdeiros como Camera Obscura e Divine Comedy. O disco de estréia, The Good Feeling Music of Dent May & His Magnificent Ukulele, sai no começo de fevereiro pela Paw Tracks, selo do Animal Collective. Por enquanto, vai vendo o clipe de "Oh, Paris!":
Com álbum do ano eleito pela Mojo (e conquistando o segundo lugar pela Rough Trade), a banda Fleet Foxesse destacou pelo uso de instrumentos pouco convencionais ao estilo que impera entre seus conterrâneos de Seattle.
Pianos, bandolins e harmonias vocais caprichosamente construídas ditam o tom de folk pastoral do quinteto formado por Casey Wescott (teclado e voz), Robin Pecknold (voz e guitarrista) Skye Skjelset (guitarra), Joshua Tillman (bateria e voz) e Christian Wargo (baixo). Cresceram ao som de bandas como Beach Boys, Fairport Convention, Crosby, Still & Nash, Zombies e Byrds. Lançam seus trabalhos pela Sub Pop e são produzidos por Phil Ek (Built to Spill,The Shins, Modest Mouse).
O álbum homônimo, sucessor do EP Sun Giant, saiu em junho desse ano e promete ainda ser visto em mais listas dos melhores de 2008. Para quem ainda não conhece as encantadoras melodias de inspiração bucólica, vale apertar o play> aí abaixo e assistir ao belíssimo vídeo de "White Winter Hymnal"...
O fim do LCD Soundsystem?? Seria o fim da banda ou apenas uma nova encarnação de James Murphy e sua turma?
O LCD Soundsystem, um dos projetos de música eletrônica mais reverenciados dos últimos tempos, estaria prestes a morrer. De acordo com seu guitarrista Al Doyle, isso é a mais pura verdade: a banda estaria entrando numa espécie de "recesso permanente".
Doyle afirmou à BBC que os membros da banda vão se concentrar num novo projeto, que pretende reunir grandes divas da disco e soul music de Nova Iorque dos anos 70, bem nos moldes de big band eletrônica do Hercules and Love Affair.
"Eu não acho que James vá continuar a lançar discos usando o nome LCD Soundsystem. Mas ele deve continuar com um novo projeto envolvendo os membros da banda, provavelmente a ser lançado ano que vem," ele declarou à radio inglesa. "Nós queremos fazer algo que resgate as grandes cantoras nova-iorquinas dos anos 70 e colocá-las em destaque, tendo o LCD como banda de apoio, e fazer uma turnê no estilo 'heróis da disco' ou coisa parecida. Mas essa é apenas uma idéia que tivemos, não sabemos ainda se vai dar certo ou não."
MAS TUDO DEPENDE DELE Já o chefão control-freak do LCD James Murphy (que mês passado revelou que estaria criando uma banda de rock junto com seu companheiro de banda Pat Mahoney) afirma que o negócio todo não é bem assim.
Murphy disse em entrevista recente à NME que está escrevendo várias canções para o próximo álbum da banda, o sucessor do ótimo Sound of Silver (2007). Segundo Murphy, oito faixas já estão prontas - só que apenas dentro de sua cabeça.
"Eu escrevo tudo o que faço dentro de minha cabeça, nunca faço versões demo. Quando eu chego num estágio onde elas estão se amontanhando demais, vou pro estúdio gravá-las. Tenho oito novas faixas prontas e elas já estão começando a fazer volume."
James porém não sabe quando ele vai começar a gravar, e que quando decidir isso mesmo assim não vai contar a ninguém. "Quando eu começo a gravar não conto nada a ninguém, nem ao meu empresário. Eu fujo para um estúdio fora da cidade durante um mês inteiro e simplesmente o faço".
o primeiro disco do Empire of the Sun deve sair logo mais. (talvez, enquanto escrevo isso aqui.) mas o - ótimo! - single já tem circulado e dado o que falar..
antes mesmo que a própria aparecesse, vários remixes da canção pipocaram na grande rede. Van She Tech, Hong Kong Blondes e Bit Rate foram os primeiros a fazer versão.
e ainda tem esse beleza de video... todo caprichado, filmado em Shangai e cheio de efeitos.. tudo pra deixar esse frisson gostosinho no ar!
da terra do Bee Gees, o Empire of the Sun é a dupla formada a partir da união de Luke Steele (do Sleepy Jackson) a Nick Littlemore (do PNAU).
Depois de anos de enroscos e promessas, o Radiohead vem tocar na América do Sul. No site oficial da banda, as novas datas da turnê do álbum In Rainbows começam a ser listadas, e já tem lá uma em Santiago, no Chile, dia 27 de março de 2009, no estádio San Carlos de Apoquindo, para o Cristal En Vivo Festival.
Por enquanto, o site apenas menciona Argentina, Brasil e México, sem dar as datas. O site em espanhol Al Concierto arrisca: México em 15, 16 e 17 de março (dias divulgados pela revista Rolling Stone mexicana), Argentina em 25 de março, para o tradicional festival Quilmes Rock, e Brasil, em local a decidir, nos dias 30 e 31 de março.
Especula-se também que a banda islandesa Sigur Rós, que já veio ao Brasil para o Free Jazz Festival, cuidará dos shows de abertura dessa perna da turnê. Mais informações não devem demorar a sair.
Obama vs McCain... Quem tem o melhor gosto musical na corrida presidencial americana?
A Batalha de ipods....
Em entrevista a revista americana Blender, o senador democrata Barack Obama e o senador republicano John McCain, revelaram o seu TOP 10 de músicas favoritas.
Tenta adivinhar quem é fanático pelo ABBA, quem prefere o rock do Rolling Stones à harmonia do Beach Boys e quem gosta do rap de Kanye West. Se a eleição fosse decidida apenas em gosto musical, em que você votaria?
Barack Obama - Top 10 Fugees - 'Ready Or Not' Marvin Gaye - 'What's Going On?' Bruce Springsteen - 'I'm On Fire' The Rolling Stones - 'Gimme Shelter' Nina Simone - 'Sinnerman' Kanye West - 'Touch The Sky' Frank Sinatra - 'You'd Be So Easy To Love' Aretha Franklin - 'Think' U2 - 'City Of Blinding Lights' Will.i.am - 'Yes We Can'
John McCain - Top 10 ABBA - 'Dancing Queen' Roy Orbison - 'Blue Bayou' ABBA - 'Take A Chance On Me' Merle Haggard - 'If We Make It Through December' Dooley Wilson - 'As Time Goes By' The Beach Boys - 'Good Vibrations' Louis Armstrong - 'What A Wonderful World' Frank Sinatra - 'I've Got You Under My Skin' Neil Diamond - 'Sweet Caroline' The Platters - 'Smoke Gets In Your Eyes'
há duas semanas o caderno Zona Sul do jornal O Globo publicou essa materiazinha sobre a Tecla. adoramos! apesar de mais focada nas marcas de moda, a matéria tem servido para as pessoas conhecerem um pouco do nosso trabalho e os resultados que têm se apresentado aos clientes com quem trabalhamos...
O nome dela é “Whistle”, e está no recém lançado álbum do Sporto Kantès, que se chama "3 at last". A dupla é formada por dois franceses que fazem uma mistura muito particular de canções pop e música de sampler. O clip cheio de animações tem direção de nObrain, mas o que gruda mesmo é a simplicidade da melodia e o humor do assobio. E o detalhe: com um cavaquinho chupado do maxixe e um triangulo de baião!
Ed Macfarlane, Jack Savidge e Edd Gibson se conheceram ainda no colégio e formaram sua primeira banda, o First Day Back. Segundo os mesmos, o projeto de post-hardcore durou até quando entraram na faculdade. E foi aí que Ed começou a produzir música eletrônica, chegando até a lançar material pelos selos Skam e Precinct Recordings. Quandos os três finalizaram os respectivos cursos, se reuniram novamente em 2006 e criaram o Friendly Fires.
Os primeiros lançamentos saíram pelo minúsculo selo People In The Sky. Com faixas como "On Board" e "Photobooth" teve início um frenesi entre as grandes gravadoras para ver quem iria contratar a banda que havia acabado de receber o título de the next big thing na Inglaterra. No meio tempo, lançaram seu maior hit, "Paris", pelo excelente selo Moshi Moshi, garantindo inúmeras resenhas positivas, e a citação como single da semana do jornal Guardian e do semanal NME. Ainda sem gravadoras foram tocados por programas de DJs influentes como Zane Lowe e Rob Da Bank, além de serem a primeira banda sem contrato a participar do programa de televisão Transmission.
Comparados com Cut Copy, Klaxons e Rapture, o trio bem-humorado prefere ser comparado a outras bandas. "Nós somos como as Sugababes porque somos um trio, somos igual o LCD Soundsystem porque gostamos de disco e somos como o Roxy Music porque todas as bandas deveriam ter um pouco deles em sua música".
Com contrato assinado com a XL Recordings - casa inglesa do Radiohead, M.I.A. e Prodigy - a banda lançou seu primeiro álbum há pouco mais de um mês. "Esses 37 minutos de música é o produto final de dois anos de inspiração, frustação, trabalho duro e paixão. Nós quisemos juntar letras românticas como nosso amor pelas pistas de dança e magníficas guitarras shoegazer", disse a banda em seu press release.
E apesar de deixarem uma influência tomar conta de cada faixa, a banda pavimenta seu caminho com melodia. "Eu quero vender o maior número de álbuns possível. Eu tenho medo de não sermos capazes de nos bancar. Mas, se tudo dar certo nós vamos vender uma boa quantidade de álbuns.", disse Ed. Se depender das dez faixas presentes em Friendly Fires, não terão nenhum problema. Definitivamente dignos do falatório. O groove volta às rádios!
"paris"
Nosso grande amigo, parceiro e CALZONE, Bruno Natal, do URBe , conseguiu durante sua estadia em Londres uma entrevista exclusiva com a banda. Após um show gratuito, no 93 Ft. East -- mesmo lugar onde o Radiohead também tocou de graça no começo do ano, do tamanho do Teatro Odisséia, no Rio -- a banda se expremeu no banheiro e falou sobre o hype, Brasil e sobre apresentações grátis.
acho puro deleite quando a música se mistura com mais intimidade às outras artes... assim como quando o caminho é o inverso.
esse blogue serve de vitrine para uns trabalhos encomendados pela galeria 1988 de Los Angeles. A brincadeira é alguns artistas plásticos fazerem intervenções nas capas dos 500 melhores álbuns de todos os tempos, de acordo com a Rolling Stone.
tem umas coisas bem bacanas, como essa 'leitura' do Trans- Europe Express, o sétimo do Kraftwerk:
A gravadora !K7reúne uma galera em sua lista A-Z de artistas: Hot Chip, por exemplo. Outro de sua lista, DJ-Kicks, lançou uma série de Tapes, seus dj sets. No mês passado, quem anunciou que faria o mesmo foram os caras do Rapture, que agora atacam com dj sets também, fazendo inclusive live shows por aí afora.
Essa junção inusitada dos caras com as Tapes da !K7 resulta em algo inusitado também, um set voltado para o clássico do unerground nova iorquinho, dos 70’s até hoje.
"Tapes is a treasure trove of rare grooves and cult classics spanning three decades, from the late 1970s to 2008. One key thread running through the mix is the evergreen sound of the New York underground, epitomized by classic tunes like Vaughan Mason & Crew’s 1980 disco-rap milestone “Bounce, Rock, Skate, Roll” and the irresistible beat-pop ditty “I’m An Indian Too,” recorded in 1979 by East Harlem’s Don Armando and his Second Avenue Rumba Band. NYC’s latest clubland stars also make their mark, from neo-disco supergroup Arcade Lover to hip-hop DJ Frog’s dazzling robo-funk alter ego, Dances With White Girls."
Com apenas 17 anos e uma única música, Louis La Roche conseguiu no começo do ano, através do que parece ter sido uma ótima e controversa idéia, fazer um barulho sem precedentes na blogosfera musical. Com boa música e alguma ousadia, La Roche ganhou uma enorme atenção “da noite pro dia” e conseguiu se destacar no meio de milhares de outros jovens produtores em busca de atenção.
Confusão e polêmica A históra começa com um simples comentário postado no blog Headphone Sex. O comentário, por ter sido assinado como “TB” e por linkar pro site DaftAlive.com (site oficial criado pra promover o último CD do Daft Punk), foi rapidamente atrabuído à Thomas Bangalter (metade do duo Francês e lendário produtor de French House). E pra deixar explícita a insinuação, o comentário linkava pra um arquivo nomeado como “thomas bangalter - love.mp3″. Como a produção era de fato impecável e seguia o mesmo estilo das produções do real Bangalter; pronto, foi o suficiente pra se espalhar a notícia de que produtor havia, depois de anos, voltado a produzir material solo. A polêmica foi parar até no Erol Alkan Forum (fórum underground de house/electro e que conta com presença constante de outros produtores de peso), onde uma discussão de 4 páginas tentou eludicar o caso.
Horas depois, o próprio La Rouche apareceu nos mesmos comentários do Headphone Sex negando que tenha postado o comentário-estopim e desmentindo o rumor ao se identificar como o verdadeiro autor da música. Como prova, enviou o mp3 em alta qualidade ao editor do blog além de indicar o link do seu myspace onde ele acabara de disponibilizar pra free-download o “The Peach EP”, EP contendo outras quatro músicas na mesma linha.
Pronto, fim do mistério e início ao culto do fantástico House feito por La Rouche.
The Peach EP
O EP inteiro abusa de samples da Disco e acaba por seguir a rara linha do histórico álbum Homework do Daft Punk, numa época em que as pesadas guitarras e synths do electro ainda não haviam sido misturados ao House Frânces “de raiz”. Apesar do EP inteiro ser muito sólido, cabe destaque justamente pra polêmica “Love”, que por também samplear Michael Jackson em “Its The Falling In Love“, foi considerada por alguns como uma releitura de “Falling In Love” e “My Supa’ Love” do Roy Rogers (que por coincidência também são erroneamente atribuídas à Bangalter até hoje).
Já estão disponibilizadas as três primeiras músicas da banda Little Joy, que Rodrigo Amarante montou ao lado de Fabrizzio Moretti, baterista dos Strokes. E, ao contrário das primeiras faixas solo de seu compadre de banda, as faixas têm estampado “Rodrigo Amarante” por inteiro, a começar pelo inconfundível vocal (mesmo em inglês), passando pelos arranjos entre a psicodelia beatles e o indie rock dos anos 90 e um tom pop e ensolarado. E quer saber? São boas. Bemmm boas.
O disco aparece nas lojas via Rough Trade em novembro, quando a banda cai na estrada ao lado da nova banda do Devendra Banhart, a Megapuss.
Eles estão nas capas de revistas, ganham destaques nos principais blogs e tocam nas grandes festas ao redor do mundo. E não tinha como ser diferente, o Justice é o maior nome eletrônico do momento. Seu álbum de estréia, †, foi mais vendido que Human After All do Daft Punk, por exemplo. E após passarem desapercebidos pelo Brasil em 2005, a dupla francesa retorna para duas apresentações que prometem ser antológicas e que marcarão o encerramento da turnê mundial do álbum. Hoje no Circo Voador (RJ) e amanhã na Skol Beats (SP).
EP NOVO Além do grande nome no meio da música, Gaspard Augé e Xavier de Rosnay expandem seu trabalho na moda e arte. Seus elogiados clipes são dignos do falatória que os cercam, seja criando um bom trabalho gráfico ("DVNO"), iniciando tendências ("D.A.N.C.E.") ou fazendo crítica social ("Stress"). Pela moda, o duo que adota a cruz católica como sua imagem principal, já lançaram algumas peças por marca própria através da Surface to Air e fizeram trilha sonora para um desfile da Dior Homme.
Como qualquer grande novidade, web-rips de péssima qualidades circularam a rede após o desfile, até que o próprio Justice colocou as quatro faixas - todas conhecidas como "Planisphère", diferenciadas apenas pela adição de números - em seu MySpace. E não é necessário dizer que as faixas são ótimas. Vai lá conferir.
Depois de ser considerado por muitos como o melhor festival de 2007, o Planeta Terra retorna no dia 08/nov, na mesma Villa dos Galpões, com seus três palcos - Main stage, Indie stage e DJ stage - e muitas atrações internacionais.
Apesar de ainda se especular outro grande nome ao festival, e a provável adição do surf-punk americano do Offspring, a edição de 2008 tem confirmado "apenas" o britpop do Kaiser Chiefs, o art-rock do Jesus and Mary Chain, o discopunk político do Bloc Party, o math-rock dançante do Foals, as divertidas Breeders, os indie-rockers americanos do Spoon, Animal Collective, além dos superstar DJs Felix da Housecat, Calvin Harris e Mylo. Entre os brasileiros, a sensação teen Mallu Magalhães, o paulistano Curumin e o sempre bem vindo DJ Mau Mau.
O Planeta Terra Festival recebe seu público mais uma vez em três espaços distintos, distribuídos em mais de 145 mil m²: o Main Stage, palco ao ar livre onde se apresentam as bandas nacionais e internacionais; o Indie Stage, palco coberto que recebe os grupos indies do Brasil e do exterior, e o DJ Stage, pista fechada montada para abrigar as performances dos quatro DJs convidados para esta edição.
O Planeta Terra começou como uma espécie de selo responsável pela vinda no país de shows de artistas como Pearl Jam e Jamiroquai, e em 2006 a cantora Lauryn Hill. Foi só a partir de 2007 que ele assumiu realmente o seu lado "festival".
O duelo Tim vs Terra pelo título de melhor festival do ano promete, e a galera agradece.
...tem gente que vê coincidência em tudo pra então provar uma teoria maluca, né? e eu sempre achei muita graça disso.
fato é que talvez exista mesmo um ponto aqui.. comecei a reparar numas músicas que vão numa mesma direção, que adotam uma estética parecida, que falam meio que pra um mesmo público... enfim, músicas que podem estar numa mesma playlist sem problema algum. mais precisamente, falo da cena eletro-disco-indie. (!?)
eis os objetos do estudo: primeiro foi Over And Over do Hot Chip. depois, D.A.N.C.E do Justice. e agora, meu mais recente amor eterno: Radio Ladio do Metronomy.
pois me diga: a boa, velha e divertida brincadeira de SOLETRAR é ou não é parte fundamental da fórmula para se fazer com que uma canção do supracitado 'gênero' se torne um sucesso retumbante nos dias de hoje?
..e a moda muda! Semana passada a Wöllner produziu um evento para lançar oficialmente sua coleção Verão 2009, batizada como 'Waters'.
a flagship - no fino quadrilátero de Ipanema - já é um capricho só.. tem clarabóia pra luz natural entrar, tem um café sempre pronto a te receber com gostosuras, revistas e jornal do dia, tem acesso à internet, tem banheiros do nível de muito restaurante bacana por aí, tem uma equipe gente-boa demais... enfim, é um autêntico destino; a alguns metros da praia.
e a loja ficou ainda mais luxuosa com a festinha em plena quarta-feira! além do impecável serviço do zazá bistrô, a Tecla também participou desse sucesso.
estivemos lá mostrando com maior evidência o trabalho que temos feito junto à marca: muito rock alternativo e sons de estética jovem, moderna e que inspiram a vida ao ar livre.
Ting Tings, Eddie Vedder, Datarock, Estelle, LykkeLi, Beck, The Aluminum Group, Matt Costa, Zoot Woman, Black Kids, Brazzaville, Fujiya & Miyagi, Sara Bareiles, Cat Power, MGMT, Kings of Convenience, Peter Bjorn n John, The Gossip, The National...
a coleção da Wöllner está toda linda. e - modéstia à parte - a trilha está combinando direitinho...
O iDrum foi criado para ser um aplicativo do Mac para programar intuitivamente drum patterns no GarageBand. A iZotope gostou do brinquedo e resolveu importar o bicho para dentro do iphone. Resultado? Agora seu telefone celular é um instrumento. . . Saca só a chacoalhada nele para limpar as caixas. Sensacional!
Porque tão bom quanto descobrir uma banda nova é poder descobrir uma banda que você adora tem um projeto paralelo novo tão empolgante quanto. O Neon Neon é um exemplo disso. Eles são um projeto do Gruff Rhys, vocalista do Super Furry Animals e do produtor norte americano Boom Bip. O início do trabalho nesse projeto começou mesmo em outubro de 2006, sob nome provisório, mas em 2008 passaram se chamar de Neon Neon e este ano lançaram seu excelente primeiro álbum, Stainless Style que de cara recebeu uma nomeação para o tão cultuado Mercury Prize.
O primeiro single que eles lançaram foi o “Trick For Treat” e, logo em seguida, eles se mostraram e estouraram com o segundo, “Raquel”. O disco de aproximadamente 35 minutos passeia pelos anos 80 e 90, no pop e eletrônico daquela época. Inspirados em tantas outras coisas como Paul McCartney, Kraftwerk e Tears for Fears, lembrando os sintetizadores que em músicas dessas bandas - especialmente as duas últimas - bem como se inspiram no dance pop de Debbie Gibson, Janet Jackson e Prince, eles criam um ambiente nostálgico e ao mesmo tempo moderno. Algo que apenas cabeças tão criativas como a dos seus fundadores poderiam produzir.
Bordoada! A dupla carioca Twelves lançou seu segundo mixtape. Chamado "Episode II" , ele segue a linha dos sets dos caras - hits novinhos convivem com os remixes que os dois fazem para músicas que não são originalmente de pista - nesta edição temos, por exemplo, remixes do Radiohead e Fleet Foxes ao lado de músicas do Of Montreal, Lykke Li e Metronomy. Eles abrem o show do Justice no Circo Voador dia 26. Já comprou seu ingresso?
o belo FORTH - o filho mais novo do The Verve - nesceu essa semana, 10 anos depois do (eu amo!) Urban Hymns. e pode esperar aquilo, mesmo... é lindo!
a banda tinha acabado há anos e nesse meio tempo o Richard Ashcroft (solo) lançou três álbuns. tudo isso vale uma atenção. é rock bom, bem melancólico. pra ouvir alto, sozinha em casa. : )
a Tecla fez a pesquisa musical e produziu a trilha que vai tocar nas lojas da Leeloo durante a coleção verão 2009.
a marca é fundamentalmente feminina, jovem e delicada; que preza pelos detalhes nas peças e em toda a comunicação. esta coleção tem como tema o FOLK. e em torno desta idéia circulam palavras como liberdade, floral, colorido, lúdico, personalidade, alegria...
foi então pensando numa viagem de férias pela América Central, descobrindo sabores, cores e sons (mas sem largar o Ipod, o pezinho na metrópole e no resto do mundo) que tivemos a inspiração para a trilha.
a mistura ficou bem saborosa e supercolorida: tem Lila Downs, Adelle, The National, Laura Marling, Oshen, Stephen Prina, Rilo Kiley, Matt Costa, She And Him, Julieta Venegas, Brazzaville, Belanova, Feist, Yael Naim, 3 na Massa, Lykke Li, Mallu Magalhães, Vampire Weekend, The Ting Tings, Silvia Machete...
a coleção está linda e sem dúvida vale a visita a uma das lojas.
demoramos um pouco a postar aqui, mas ainda - e pra sempre - vale a lembrança. no último dia 15 a Tecla esteve presente e atuante na grande comemoração do Niver do Arlindo. brincadeiras e estratagemas à parte, esta foi uma Calzone 'antológica'.
foi lindo ver o pessoal chegar cedo e curtir o set de todos os DJs. o Arlindo estava muito feliz, teve parabéns pra você, bolo de chocolate, balões coloridos, projeções lindas numa tela gigantesca...
mas o que mais marca essa (nona) edição da Calzone definitivamente é a locação que escolhemos: o hall de entrada e a ante-sala de fumantes do lendário Cine Paissandu, no Flamengo.
o Cinema foi aberto em 1960 e logo se firmou como um cantinho dos intelectuais esquerdistas e cinéfilos. fato é que nesses 48 anos ninguém jamais havia ousado fazer ali uma festa. sorte que pudemos fazer a tempo. porque neste domingo, dia 31, a sala lamentavelmente vai fechar as portas.
aliás.. fica a dica: de sexta a domingo, programação especial, a R$ 1,oo fazendo a retrospectiva da hstória do cinema que fez história. (e a Tecla faz parte do capítulo mais divertido!)
Estação Paissandu Rua Senador Vergueiro, 35 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2285-7314 435 lugares
Essa é a foto de divulgação do primeiro disco de Marcelo Camelo, chamado apenas de "Sou". O hermano solo vai dar uma de Radiohead (pero no mucho) e liberar 10 das 14 faixas do disco para download - mais um passo louvável (e estrategicamente perspicaz) do sujeito, que já tinha dado duas bolas dentro ao puxar o Hurtmold como sua banda de apoio (com o Rob Manzurek no rolo) e fisgar a Mallu para algumas cançonetas. O disco, que foi produzido por Camelo, será lançado dia 8 de setembro pelo selo Zé Pereira - sim, do próprio Marcelo (mas com distribuição Sony-BMG).
E sai amanhã! Isso mesmo, dia 21 de agosto você vai poder comprar a versão digital de ‘Intimacy’, o terceiro álbum da sensacional banda inglesa. Ao comprar a versão digital você garante automaticamente o disco ‘físico’, que sai no fim de outubro.
E para aguçar um pouco mais, está no myspace da banda uma música nova: "Trojan Horse". Com eles é assim, o povo ainda nem se acostumou com a estranha e urgente "Mercury" e já soltam outra pedrada.
Agora é oficial. O Circo Voador confirmou a única apresentação do duo francês Justice no Rio de Janeiro, no dia 26 de setembro. A banda aporta em terras cariocas apenas um dia antes de participar do Skol Beats, em Sampa, ao lado de nomes como Digitalism e Pendulum.
As apresentações no Brasil marcarão o fim da extensa turnê mundial do duo, que há dois anos promove o incensado e influente “Cross”, seu primeiro e único álbum (até o momento, esperamos).
Além dos franceses, a noite contará com a badalada dupla niteroiense Twelves, e com o Mixhell, projeto formado por Iggor Cavalera e por sua mulher, a artista plástica Laima Leyton.
Em uma palavra? Imperdível. Grandes apresentações têm seu quê, e o Skol Beats decerto terá o seu. Mas a porrada que é o Justice ao vivo, no ambiente intimista do Circo, é promessa de algo no mínimo inesquecível. Se puder, vá nos dois. Vale muito.
Hayes, conhecido pelo visual extravagante e voz grave e profunda, ganhou o Oscar e o Grammy em 1971 pelo tema do filme "Shaft". Em 1972 ganhou outro Grammy pelo disco "Black Moses".
Com David Porter, ele também compôs clássicos do soul como "Soul Man" e "When Something is Wrong With My Baby". Ao lado de nomes como Al Green, James Brown e Stevie Wonder, Hayes foi um dos mais populares artistas negros dos anos 70.
O cantor lançou o primeiro disco, "Presenting Isaac Hayes", em 1967. Dois anos depois, ganhou fama com "Hot Buttered Soul", que contém apenas quatro faixas e vendeu mais de um milhão de cópias. Hayes entrou para o Hall da Fama do Rock em 2002.
A partir de 1997, o músico ficou mais conhecido entre os jovens por ter sido a voz do personagem Chef na série "South Park". O músico deixou a série em 2006 por causa das piadas do programa em relação a cientologia, religião a qual seguia.
Foi lançada a animação que vai servir de tema para a cobertura da BBC britânica para as Olimpíadas de Pequim. A animação de dois minutos foi idealizada pela dupla que criou a banda virtual Gorillaz, Damon Albarn e Jamie Hewlett. A inspiração veio do conto milenar chinês Journey to the West.
Um simpático macaco recebe uma varinha e uma coroa de alguém feito uma fada de olhos puxados; sua missão é chegar ao Estádio Nacional da China, o também conhecido como Ninho de Pássaro. Acompanham o animal um porco e um chinês. São inúmeros os obstáculos para atingir o objetivo.
Pelo caminho, quase que de modo subliminar, os três praticam esportes. É possível notar atletismo, salto em distância, salto com vara, saltos ornamentais, caratê, arremesso de peso, natação, ginástica. Quando “cai” no palco da abertura dos Jogos Olímpicos de 2008, quase sem querer, o macaco acende a pira olímpica, sob os olhos atentos de seus acompanhantes.
Bon Iver Bon Iver . For Emma, Forever Ago . Jagjaguwar . 2008 É curioso como solitários cantores de indie-folk conquistam corações e mentes sem fazer muito alarde. Ninguém conhecia Justin Vernon, quando, no final de 2007 ele lançou For Emma, Forever Ago de forma independente. Esse é o primeiro álbum da- banda-de-um-homem-só pilotada pelo frances e não demorou para as mais importantes revistas e sites especializadas louvarem o trabalho. Discreto vanguardismo? Força nas composições? Hype?
O tom conservador das canções refuta as questões acima. E após algumas audições, podemos concluir que o repentino reconhecimento é o fato de que Vernon é mesmo um cantor talentoso. Longe de querer ser o novo bardo americano, suas letras seguem a mesma trilha de ícones como Jeff Buckley e Nick Drake. Vernon conserva até mesmo a solidão e aparente isolamento do resto do mundo. O disco foi gravado durante os quatro meses em que passou sozinho e isolado numa cabana no meio da neve após o desmembramento de sua antiga banda DeYarmond (que também ninguém conhecia).
Extremamente minimalista, as músicas são feitas de silêncio, falsetes e alguns acordes de violão. Tudo para tornar evidente a poesia e capturar o exato momento da fragilidade de estar só. Num disco cheio de introspecções, algo próximo da catarse fica por conta da balada cheia de ressentimentos de “For Emma”. O resto faz juz ao nome gelado e bem apropriado da banda, “Bon Iver” (bom inverno, em francês).
Dois anos depois de ter lançado o disco "The Information", Beck regressa com 'Modern Guilt'. Este é o oitavo álbum de originais do cantor e compositor norte-americano, um dos ícones musicais da década de 90. A genialidade de Beck mantém-se firme e basta ouvir Modern Guilt para ter a certeza disso. O disco é uma viagem um tanto psicodélica aos anos 60, com palmas marcando o ritmo, distorções, vocais etéreos e guitarras com timbre vintage. Muita da força de Modern Guilt provém do fato de ter sido produzido por Danger Mouse, um dos elementos que compõem a dupla Gnarls Barkley e que vem se firmando como um dos produtores mais talentosos e badalados do momento.
Não é uma obra prima como o "Odelay" mas tem seu charme.
Já está quase provada, ainda que não cientificamente, a teoria de que o pop escandinavo se encontra dentro de uma bolha de vidro, perdido num limbo de tempo/espaço inclassificável. Isso porque, mesmo que a cena musical de lá não seja nenhuma novidade e esteja entre as mais prolíficas do globo, ainda é um completo chute no escuro imaginar como vai soar a próxima novidade a emergir dos rincões gelados do norte europeu.
À primeira vista, o som da jovem Lykke Li pode até depor contra essa teoria. A cantora, saída de Estocolmo, capital da Suécia, se fez notar pela primeira vez graças a “Little Bit”, uma singela jóia de cristal que, afora seu atômico potencial pop devorador de atenções, não vai muito longe na fórmula já exercitada por alguns de seus compatriotas. Mas o lançamento de seu álbum de estréia, Youth Novels, prova que a garota sabe fazer muito mais que desenrolar um gogó encantador sobre bases instrumentais de folk.
O disco saiu no fim de janeiro, pela LL Recordings, e contou a produção de Björn Yttling - um dos membros do trio Peter, Bjorn & John, que reza a lenda tocam no Brasil ainda esse semestre. O resultado é uma reunião de doze faixas que passeiam por paisagens tão díspares quanto o folk eletro-acústico e o synth-pop trevoso à la The Knife. Entre os temas das canções, Lykke pode falar sem constrangimentos sobre um trompete que ela não consegue tirar da cabeça ou sobre amores surrealistas em terras gélidas, justificando o título do álbum e abusando de experimentalismos técnicos - como nas vozes distorcidas de “Breaking it Up”.
Se comparada a algumas de suas compatriotas como Sally Shapiro ou Robyn, a música de Lykke soa mais orgânica e menos influenciada pelo synth-pop e pela ítalo-disco dos anos 80. Os sintetizadores dificilmente predominam no arranjo, com poucas exceções como em “Complaint Department”, destaque do lado menos iluminado de Youth Novels e que não causaria espanto caso tivesse a produção assinada por Olof Dreijer.
Apesar do hit de Youth Novels ser mesmo “Little Bit” e seus versos apaixonados (”Eu apertaria o gatilho / escalaria uma montanha / pularia de um penhasco / porque você sabe, eu amo você”), há algumas outras pérolas que chamam a atenção à primeira ouvida. “Let It Fall” lembra as canções da jovem inglesa Kate Nash - ainda que com uma dose extra de originalidade - e “I’m Good. I’m Gone” aposta no pop eletrônico, com vocais distorcidos por um efeito robótico e refrão envolvente. O animado coral de “Breaking It Up” também é uma boa pedida para momentos do dia que exigem um estímulo extra à produção de serotonina.
Não se engane. Apesar da impressão emo-folk que as músicas de Lykke possam causar ao primeiro contato, Youth Novels é um álbum muito mais rico, tanto em seus temas quanto na sua sonoridade. A capacidade de se equilibrar entre o som amortizado de um Perro Del Mar e a efusão sintética de uma Annie faz da cantora sueca mais uma das boas surpresas que corroboram com a teoria de que a Escandinávia fica mesmo localizada em uma quarta dimensão musical.
Quantos franceses são necessários para criar um novo "D.A.N.C.E." ?
Se em 2006 ninguém mais aguentava ouvir "Never be Alone/We Are Your Friends", se ninguém aguentava mais ouvir "D.A.N.C.E." em 2007, 2008 é o ano que ninguém mais agüentar as notícias relacionadas aos produtores franceses do Justice. OK, aqui vai mais uma...
Depois de terem a história da produção do próximo álbum do Red Hot Chilli Peppers negada por Busy P , a dupla está mais uma vez no alvo da blogosfera, dessa vez sem mover um músculo. Acontece que um artista, que atua sob o nome Keedz (não confundir com o Ed Banger namorado da Uffie, Feedz), lança uma faixa que possuiu as mesmas características do primeiro hit autoral da dupla cristã: o vocal feito por um coral de crianças altamente inspirados no Jackson Five, aquele baixo pesados e dançantes e os breaks emotivos desenhados por pianos.
Somando a semelhança de idéias mais o fato que o Justice era (não é mais) o top Friend número 1 do Keedz em seu MySpace, foi o que faltava para que postassem "Stand on the Word" como a prova da existência de um projeto secreto do Justice, declarando ser "a música que você não pode morrer antes de ouvir". Um exagero, na verdade. Ainda mais após a revelação de que o 'projeto secreto' não passava de alguém inspirado demais nas idéias alheias, e que era a contratação aposta da Universal Records francesa para entrar nesse mundo novo da blog house. Todos os blogs apressados para dar a exclusiva do momento, deletaram seus textos tão rápido quanto assumiram sua legítimidade.
Keedz - Stand on the Word
O clipe mostra umas crianças em uma gangue (sem referência ao "Stress") andando pela cidade e tornando alguns elementos reais em desenhos (com referências ao "D.A.N.C.E."). Não surpreendente e totalmente inofensivo, o clipe acumula cerca de cinco mil acessos dez dias após ter sido colocado no ar. Difícilmente alcançando o explosivo sucesso de sua influência.
Em outras notícias relacionadas ao Justice:
Fashion - As jaquetas de couro da dupla chegam ao Brasil pela loja paulistana Surface to Air. Segundo a folha de São Paulo de hoje, elas custarão apenas R$ 2.200, porém o preço salgado não impediu a formação de uma longa lista de reserva. Além das jaquetas, dois modelos de calças (R$ 420), também com a marca do duo, estarão na loja da Rua Lorena (Jardins).
Shows - A extensa turnê mundial do Justice, iniciada no ano passado, será encerrada no festival Skol Beats, em 27 de setembro, em São Paulo, em local a ser definido. No MySpace da dupla:, o dia 26 de setembro está reservado para um show no Rio.)